O Chá das Cinco blog faz dois anos e temos grandes notícias.

O Chá das Cinco blog nasceu de uma ideia começada no último ano de licenciatura e da necessidade de encontrar um passatempo que me ajudasse a abstrair-me da minha maior batalha. Comecei a cozinhar mais e mais e o gostinho tornou-se uma paixão; as horas na cozinha salvaram-me e acabaram por moldar um novo rumo para a minha vida. Quando as coisas acalmaram percebi que não queria ser designer, queria ser pasteleira.

Chá das Cinco @ Praça da Alegria - Antes das obras

Nessa altura conheci o Hugo, que diz que soube que eu era especial quando conheceu o blog e que, desde então, não pára de me incentivar a tornar o meu sonho realidade e tornar o blog num espaço onde possa partilhar com todos a minha paixão.

Começámos a imaginar como é que o Chá das Cinco poderia tomar forma e, sem acreditarmos mesmo que seria possível, começámos a procurar um espaço onde tornar o meu sonho realidade.

Como o orçamento era baixo e o Porto está em franco crescimento, encontrar o primeiro espaço não foi fácil.

Chá das Cinco @ Praça da Alegria - Antes das obras

Encontrámos um espaço muito próximo de nossa casa, numa rua com pouquíssimo movimento mas que facilmente chamaria turistas e locais. Não era o espaço ideal, era escuro e tinha desníveis, mas tínhamos um projecto e estávamos prontos para avançar. Mas, quando começávamos a fazer contas ao tempo que faltava para podermos abrir, percebemos que prédio era antigo e, como muitos no Porto, tinha alterações que ainda não estavam legalizadas. É claro que nos propusemos a tratar de tudo, mesmo sabendo que demoraria mais tempo do que estávamos a planear, mas o senhorio preferiu voltar atrás e a loja continua fechada.

Não desistimos.

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Pouco depois, também próximo da nossa casa, encontrámos uma loja abandonada num local maravilhoso que parecia ainda inexplorado, e que tinha um número de telefone na montra – certamente estava para alugar. Ligámos para o número, mas ninguém atendia. Tentámos deixar mensagem de voz. Enviámos mensagens de texto. Ninguém nos respondeu.

Entretanto não tínhamos parado a busca e encontrámos outro espaço, mais longe, mas com óptima disposição e numa rua em franco crescimento – fizemos a proposta no dia seguinte, mas alguém chegou antes de nós e já tinha alugado o espaço.

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Este processo repetiu-se tantas vezes que nem as conseguimos numerar; entusiasmávamo-nos com uma loja, começávamos a adaptar o nosso projecto ao espaço e as coisas iam por água a baixo. Passou-se mais de um ano e nós continuávamos a sonhar com o Chá das Cinco mas sem encontrar um sítio para abrir loja.

Já fartos de andar à procura, voltámos quase ao início – a loja abandonada que tínhamos gostado continuava vazia e era a nossa melhor aposta.

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Através de uma amiga do Hugo que tinha morado no mesmo prédio há vários anos, descobrimos a imobiliária que alugava alguns dos apartamentos. Ligámos, disseram-nos que conheciam o senhorio e que iriam entrar em contacto com ele a informar que havia interessados na loja; mas é claro, nunca nos ligaram de volta.

Abriu, entretanto, um barbeiro na outra loja do prédio, o Barbas Shop, e o Hugo foi conhece-lo. Enquanto era atendido contou-lhe do nosso projecto e da nossa procura pelos proprietários da loja ao lado. O Barbas não conhecia o proprietário, mas tinha o contacto de quem, certamente, o conheceria – a administração do condomínio.

Chá das Cinco @ Praça da Alegria - Antes das obras

A administração deu-nos a morada de uma advogada. A advogada tinha mudado de escritório mas, felizmente, deixou o número de telefone na porta. A advogada meteu-nos em contacto com a imobiliária responsável. Em menos de 2 dias tínhamos a loja prometida, só faltava o contracto.

Aí começámos a brincar ao telefone estragado. Nós falávamos com uma imobiliária, a imobiliária com a advogada, a advogada com o senhorio, e a resposta voltava pelo mesmo caminho. Como se pode imaginar, a confusão foi tanta que chegámos a achar que tínhamos de voltar a procurar uma loja. Não nos dando por vencidos, mesmo depois de um “não” da imobiliária, decidimos contactar directamente com a advogada. Marcámos uma reunião, explicámos-lhe o conceito e trouxemos a minuta do contracto para casa – foi assim tão simples. Demorou ainda quase um mês até termos o contracto assinado por todas as partes envolvidas, mas quando eu estava no hospital a recuperar de uma apendicite, o Hugo trouxe-me, finalmente, o contracto assinado.

Mais de um ano depois, o Chá das Cinco – Cafetaria · Confeitaria começa a ganhar forma no número 63 da Praça da Alegria (Porto).

Chá das Cinco @ Praça da Alegria - Antes das obras

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Bolo de camadas dinamarquês

Chá das Cinco: Receita de bolo de camadas dinamarquês do livro 12 meses de cozinha

Até ter começado a fazer os meus próprios bolos de aniversário, pedia sempre um bolo de massa folhada e nem sequer provava os bolos de aniversário que não fossem assim. Dizia que não gostava de bolo de aniversário, mas, mais tarde, percebi que o que eu não gostava era de pão-de-ló. Este bolo de camadas dinamarquês, da selecção de Agosto do livro 12 meses de cozinha obrigou-me, finalmente, a explorar o pão-de-ló e a compreender a minha aversão.

Chá das Cinco: Receita de bolo de camadas dinamarquês do livro 12 meses de cozinha

Ainda vou no início do projecto, mas todas as vezes que cozinho algo do livro pergunto-me se os sabores dos ingredientes eram assim tão diferentes nos anos 70/80 ou se, simplesmente, o nosso paladar agora pede coisas mais doces e com mais gordura do que na altura – faz-me lembrar este vídeo do Buzzfeed em que as pessoas provam pratos dos anos 60 e 70. E, embora todos estes pratos sejam comestíveis, parece que lhes falta sempre açúcar ou manteiga ou ambos para estarem completos.

Chá das Cinco: Receita de bolo de camadas dinamarquês do livro 12 meses de cozinha

Este bolo de camadas dinamarquês é feito com uma base simples de pão-de-ló, recheado com chantilly de chocolate negro e pedaços de ananás. O pão-de-ló é óptimo para cortar e formar bolos porque fica um bolo compacto mas leve, e o chantilly com gelatina aguenta bem a forma e é mais simples de preparar do que um creme de manteiga, mas a combinação dos dois… Numa repetição deste bolo a minha sugestão é que reguem todas as camadas do pão-de-ló com sumo do ananás e preparem um chantilly mais doce ou o substituam o recheio por creme de manteiga com as mesmas raspas de chocolate misturadas.

Bolo de camadas dinamarquês

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Chá das Cinco: Receita de bolo de camadas dinamarquês do livro 12 meses de cozinha

Ingredientes

Bolo

  • 4 ovos, separados
  • Raspa de 1/2 limão
  • Sumo de 1/2 limão
  • 150 g açúcar
  • 90 g farinha
  • 30 g amido de milho
  • 1/2 c. fermento em pó

Recheio

  • 5 folhas de gelatina
  • 2 dl natas
  • 3 C. açúcar
  • 4 fatias de ananás, picadas
  • 90 g chocolate amargo, ralado

Preparação

Bolo

  1. Pré-aqueça o forno a 180ºC e unte uma forma de 20 cm com manteiga e polvilhe bem com farinha, ou forre com papel vegetal;
  2. Bata as gemas com a raspa e sumo de limão e com o açúcar até obter um creme fofo e esbranquiçado;
  3. Bata as claras em castelo e, depois, envolva-as no creme anterior;
  4. Numa taça pequena, misture a farinha, o amido de milho e o fermento;
  5. Peneire a mistura de farinhas e adicione ao creme, misturando até estar completamente homogéneo;
  6. Encha a forma com a massa e leve a cozer durante cerca de 25 minutos;
  7. Deixe arrefecer na forma durante 5 a 10 minutos antes de transferir para uma grelha para que arrefeça completamente antes de o cortar em 3 camadas;

Recheio

  1. Coloque as folhas de gelatina de molho em água fria durante 5 minutos. Depois escorra-as com as mãos, coloque-as numa tigela pequena e leve ao microondas durante 10 a 20 segundos, para as derreter;
  2. Bata as natas e o açúcar até formar chantilly. Reserve 1/3 para a decoração;
  3. Envolva a gelatina derretida e o chocolate ralado nas restantes natas e leve ao frigorífico uns minutos para que a mistura assente;
  4. Recheie com uma camada de chantilly de chocolate e pedaços de ananás entre cada fatia de bolo;
  5. Decore com o chantilly reservado, ananás em pedaços e pepitas de chocolate;
  6. Leve ao frigorífico pelo menos 1 hora antes de servir.

Receita adaptada do livro 12 meses de cozinha.

Pão de ló húmido

Chá das Cinco: Receita de pão de ló húmido do livro 12 meses de cozinha

O mês de Agosto traz com ele as primeiras receitas conventuais do meu projecto 12 meses de cozinha e nada melhor do que um pão de ló húmido para começar.

A família do meu pai adora doces conventuais. Gosta tanto que é capaz de fazer viagens de duas horas só para ir àquele festival de doces conventuais, ou para visitar aquela confeitaria. Em relação a pão de ló, o seco não é para eles, mas o húmido é uma perdição.

Chá das Cinco: Receita de pão de ló húmido do livro 12 meses de cozinha

Na realidade, no que toca a bolos, quanto mais mal cozidos melhor. A minha irmã mais nova chega mesmo a fazer questão de cozer os bolos menos tempo do que a receita para que eles fiquem com o interior tão húmido que é preciso come-lo à colher.

Chá das Cinco: Receita de pão de ló húmido do livro 12 meses de cozinha

Este bolo é dos melhores doces que encontrei até agora no livro 12 meses de cozinha – as medidas estão correctas, a descrição é fácil de seguir e o tempo de cozedura é o ideal. Para a próxima, em vez de uma romaria a uma confeitaria, já sei que posso fazer este pão de ló em casa.

Pão de ló húmido

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Chá das Cinco: Receita de pão de ló húmido do livro 12 meses de cozinha

Ingredientes

  • 6 gemas
  • 3 ovos
  • 200 g açúcar
  • 90 g farinha

Preparação

  1. Pré-aqueça o forno a 160ºC e forre uma forma redonda de mola com papel vegetal ou unte muito bem a forma e coloque duas tiras de papel vegetal no fundo, para facilitar ao desenformar;
  2. Com uma batedeira eléctrica, bata as gemas com o açúcar durante cerca de 20 minutos ou até formar um creme muito leve e esbranquiçado;
  3. Junte os ovos inteiros, um a um, batendo cerca de 10 minutos entre cada adição e ainda depois de adicionar o último ovo;
  4. Peneire a farinha e incorpore-a levemente na massa, sem bater;
  5. Encha a forma com a massa e leve a cozer durante cerca de 45 minutos. A meio da cozedura bata levemente nas paredes da forma para auxiliar na criação do centro húmido, semelhante a ovos moles;
  6. Deixe arrefecer completamente na forma antes de desenformar.

Receita adaptada do livro 12 meses de cozinha.

Pêssegos recheados

Chá das Cinco: Receita de pêssegos recheados do livro 12 meses de cozinha

Se têm seguido o projecto, sabem que tenho tido alguns problemas com as receitas que tenho de fazer e refazer porque não correm bem à primeira. Mas esse não é o caso desta receita. Estes pêssegos recheados são simples, saborosos e rápidos de preparar.

Chá das Cinco: Receita de pêssegos recheados do livro 12 meses de cozinha

Mesmo assim a primeira tentativa não correu bem. Não por causa da receita em si, mas porque ao servir os pêssegos mornos, como recomendado, o chantilly (mesmo o caseiro) derrete em segundos, o que deu numas fotografias… desfeitas. E, com este calor, a vontade de ligar o forno é cada vez menor, por isso a repetição foi-se atrasando, atrasando… e esta última receita de Julho só aparece na segunda semana de Agosto.

Chá das Cinco: Receita de pêssegos recheados do livro 12 meses de cozinha

Aqui não há muitos truques: os pêssegos devem estar maduros e, para “bolachas de amêndoas”, eu escolhi umas bolachas muito simples, secas e tão fáceis de esmigalhar que o fiz com as mãos. Quanto ao acompanhamento, sugiro o gelado de baunilha ao chantilly, uma vez que o contraste de temperaturas é maior.

Estão preparados para as receitas de Agosto? Aviso já que têm imensas gemas!

Pêssegos recheados

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Chá das Cinco: Receita de pêssegos recheados do livro 12 meses de cozinha

Ingredientes

  • 4 pêssegos grandes
  • 2 C. açúcar
  • 1 C. manteiga sem sal, à temperatura ambiente
  • 1 gema de ovo
  • 60 g bolachas de amêndoa
  • Chantilly ou gelado para servir

Preparação

  1. Leve um tacho grande com água ao lume, para que a água ferva;
  2. Dê um ligeiro corte em cruz na base dos pêssegos, de forma a cortar apenas a pele;
  3. Quando a água estiver a ferver mergulhe os pêssegos durante 2 minutos;
  4. Retire-os da água e, começando pelo corte em cruz, pele os pêssegos;
  5. Corte os pêssegos ao meio e retire-lhes o caroço;
  6. Com uma colher de chá alargue a cavidade do caroço, extraindo cuidadosamente parte da polpa dos frutos. Reserve a polpa e coloque os pêssegos num tabuleiro untado;
  7. Pré-aqueça o forno a 180ºC;
  8. Numa tigela pequena bata a manteiga, o açúcar, a gema de ovo e a polpa de pêssego previamente reservada;
  9. Esmigalhe as bolachas e junte-as ao creme;
  10. Recheie as cavidades dos pêssegos com este creme e leve ao forno durante 20 a 30 minutos, até os pêssegos estarem macios e ligeiramente caramelizados;
  11. Sirva mornos acompanhados de chantilly ou gelado de baunilha.

Receita adaptada do livro 12 meses de cozinha.

Pudim de Verão

Chá das Cinco: Receita de pudim de verão do livro 12 meses de cozinha

No livro 12 meses de cozinha há receitas que, desde que as leio, me deixam de pé atrás, e esta era uma delas. A primeira explicação que dão é que este pudim, considerado um clássico inglês, no século XVIII fazia parte da alimentação dos doentes que não podiam comer muito açúcar. Ora, quem é que quer uma sobremesa sem açúcar?

Chá das Cinco: Receita de pudim de verão do livro 12 meses de cozinha

Felizmente desta vez estava enganada e, depois de muito duvidar, lá desenformei o pudim cuidadosamente num prato, esperando que se desfizesse imediatamente. Não só o pudim não se desfez como, para o pequeno-almoço acompanhado com café, a quantidade de açúcar pareceu-me a ideal. Podemos, ou não, ter exagerado na quantidade de chantilly com que o comemos.

Chá das Cinco: Receita de pudim de verão do livro 12 meses de cozinha

Confesso que não servi este pudim no dia seguinte ao que o fiz, em vez disso embrulhei-o, dentro da forma, em película aderente e deixei-o no frigorífico 2 ou 3 dias antes de ganhar coragem para o provar e, talvez por isso, ele estivesse tão firme e não se tenha desfeito enquanto o cortava.

Para que o peso fique uniformemente distribuído, aconselho a que cubram o pudim com película aderente e, depois, coloquem uma forma ligeiramente mais pequena sobre o pudim e, dentro desta, o peso – eu aproveitei e coloquei mais uns pacotes de leite no frio.

Pudim de Verão

  • Servings: 6-8 fatias
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Chá das Cinco: Receita de pudim de verão do livro 12 meses de cozinha

Ingredientes

  • 6 a 8 fatias de pão de forma
  • 750 g fruta macia de verão arranjada e cortada em pedaços pequenos (cerejas, morangos, framboesas, groselhas, pêssegos, alperces, etc.)
  • 125 g + 1 C. açúcar
  • 200 g natas gordas

Preparação

  1. Cubra completamente o fundo e as paredes de uma forma de mola com fatias ou pedaços de pão de forma;
  2. Coloque a fruta arranjada num tacho e polvilhe-a com 125 g de açúcar. Deixe repousar 15 minutos;
  3. Aqueça a fruta com açúcar em lume brando até levantar fervura. Depois deixe ferver 2 a 3 minutos. Desligue o lume e deixe repousar 15 minutos para que as frutas libertem sumo;
  4. Reserve 3 a 4 colheres de sopa do sumo das frutas e despeje o restante sumo e frutas na forma forrada com pão;
  5. Tape o pudim com uma camada de fatias de pão de forma e, sobre estes, coloque um peso;
  6. Deixe repousar no frigorífico durante, pelo menos, 8 horas;
  7. Bata as natas e 1 colher de sopa de açúcar até formar chantilly;
  8. Desenforme sobre o prato de servir e utilize o sumo reservado para ensopar o pão que estiver seco;
  9. Sirva o pudim polvilhado com açúcar em pó e acompanhado com o chantilly.

Receita adaptada do livro 12 meses de cozinha.

Clafoutis de Cereja

Chá das Cinco: Receita de clafoutis de cereja

A primeira vez que comi clafoutis foi em França. Não eram de cereja preta, como apresentado no 12 meses de cozinha, mas de mirabelle, uma ameixa pequena e dourada, típica da região de Loraine, que, na realidade, mais parece uma cereja do que uma ameixa.

Chá das Cinco: Receita de clafoutis de cereja

Quando tinha 13 anos decidi que queria ir estudar para os EUA. Como, obviamente, para isso eu era demasiado nova, inscrevi a minha família para receber estudantes estrangeiros. Devo ter falado por alto com a minha mãe no assunto num dia e, no dia seguinte, estavam a ligar-nos para nos proporem uma estudante de Metz – a Coralie.

Chá das Cinco: Receita de clafoutis de cereja

De repente a família cresceu e a Coralie passou a ser mais uma irmã – a minha irmã francesa. A Coralie esteve apenas cerca de 10 meses em Portugal, mas nos anos que se seguiram vistava-a no verão e foi, numa dessas visitas, em casa da avó dela, que provei, pela primeira vez, este doce que não é nem um pudim nem um crepe.

Viram no facebook 3 ideias para descaroçar cerejas? Conhecem mais alguma ou usam uma destas?

Clafoutis de cereja

  • Servings: 6 pessoas
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Chá das Cinco: Receita de clafoutis de cereja

Ingredientes

  • 750 g de cerejas, descaroçadas
  • 60 g manteiga, à temperatura ambiente
  • 3 gemas + 1 ovo
  • 250 ml leite
  • 200 ml natas
  • 100 g farinha sem fermento
  • 75 g açúcar
  • 1 c. extracto de amêndoa
  • açúcar em pó q.b.

Preparação

  1. Pré-aqueça o forno a 200ºC e unte um pirex com manteiga;
  2. Distribua as cerejas descaroçadas uniformemente no pirex, preenchendo o fundo;
  3. Com uma batedeira eléctrica bata a manteiga e o açúcar em velocidade máxima até criar um creme leve (cerca de 5 minutos). Junte as gemas e o ovo e bata o creme até ficar suave;
  4. Junte lentamente a farinha, peneirada, batendo em velocidade mínima até a massa ficar homogénea. Por fim adicione o leite, as natas e o extracto de amêndoa e misture completamente;
  5. Verta a mistura sobre as cerejas e leve ao forno pré-aquecido durante cerca de 30 minutos;
  6. Deixe arrefecer ligeiramente antes de servir, polvilhado com açúcar em pó. Pode também ser servido frio.

Receita adaptada do livro 12 meses de cozinha.