Linguine com pesto, beringela e tomate assado

Chá das Cinco: Receita de linguine com pesto, beringela e tomate assado

Para mim, a cozinha italiana escondia imensas surpresas. Quando a comecei a descobrir a sério, percebi que os italianos não comiam só massas e pizza mas que têm um leque de receitas infindável com sabores semelhantes aos portugueses mas, ao mesmo tempo, tão diferentes dos que estava habituada.

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Um dos pratos pelo qual me apaixonei foi a Parmigiana, uma lasagna feita com beringela frita, molho de tomate, parmesão e manjericão. A beringela derrete-se na boca, o molho de tomate caseiro, feito como manda a tradição, é divinal, e tudo o que leve queijo, principalmente um bom parmesão, tem o meu voto de aprovação.

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Por isso, quando a Milaneza me surpreendeu com o novo linguine de pesto, pensei logo numa versão mais leve e rápida de preparar a Parmigiana. O tomate é assado no forno, idealmente numa frigideira de ferro fundido, que lhe dá um sabor especial, a beringela grelhada e a massa, no final, é polvilhada com queijo parmesão acabado de ralar.

Linguine com pesto, beringela e tomate assado

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Ingredientes

  • 250 g tomate cherry
  • 1,5 C. azeite
  • 1 beringela, cortada em rodelas finas
  • 200 g linguine com pesto Milaneza
  • 2 l água
  • sal
  • queijo parmesão
  • manjericão (opcional)

Preparação

  1. Pré-aqueça o forno a 210ºC.
  2. Coloque os tomates lavados e secos numa frigideira de ferro fundido ou noutra base própria para ir ao forno. Regue-os com o azeite e tempere com sal grosso. Leve ao forno bem quente durante cerca de 25 minutos, vigiando para que não queimem;
  3. Ferva 2 litros de água numa panela alta e junte-lhe 2 c. de sal grosso;
  4. Aqueça uma grelha. Tempere a beringela com sal grosso. Quando a grelha estiver bem quente, grelhe a beringela de ambos os lados, até estar macia e com marcas da grelha;
  5. Junte a beringela grelhada ao tomate ainda quente, juntando os sabores;
  6. Quando a água salgada estiver a ferver, coloque o linguine inteiro na água, deixando-o amaciar antes de o submergir por completo. Cozinhe o linguine durante cerca de 7 minutos ou a gosto;
  7. Após a cozedura do linguine, retire-o com pinças da água a ferver directamente para a frigideira com o tomate e beringela. Envolva gentilmente para que a massa ganhe sabor;
  8. Sirva imediatamente, polvilhando generosamente com queijo parmesão acabado de ralar e folhas de manjericão.

Obrigada à Milaneza e à Youzz pelo pack de experimentação

Fettuccine com abóbora

Chá das Cinco: Receita de fettuccine com abóbora

Quando eu era mais nova o esparguete ou a massa era apenas um acompanhamento e nunca a estrela da refeição. Fazíamos frequentemente esparguete em vez de arroz ou batata, para acompanhar a proteína e os outros vegetais. Mas em Itália a massa tem um momento só dela na refeição – o primo piatto – e pode ser tão simples como esparguete com azeite e alho.

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Em Itália a massa tem muita importância. Uma das histórias sobre a massa que mais me marcou foi-me relatada pela Marta, que fez Erasmus em Itália ao mesmo tempo que eu e que, numa das primeiras noites em que ficou na residência de estudantes, decidiu fazer esparguete. Meteu a água a ferver, juntou sal e partiu o esparguete ao meio antes de o pôr a cozer. Fez-se silêncio na cozinha. Partir o esparguete ao meio era quase cometer um crime! A partir daí a Marta, e eu aprendi com ela, nunca mais partiu o esparguete antes de o cozer (ou utilizou a faca para o cortar depois).

Chá das Cinco: Receita de fettuccine com abóbora

A verdade é que a forma correcta de comer esparguete (ou fettuccine) é enrolando-o à volta do garfo, fazendo um rolinho, antes de levar à boca – e é incrivelmente mais fácil e limpo do que tentarem comer o esparguete cortado em pedacinhos. Em casa quando como esparguete até uso, em vez de faca e garfo, colher e garfo, que torna todo o processo ainda mais simples, embora há uns tempos tenha lido que era de má educação utilizar a colher para enrolar a massa e se deva fazer isso contra o prato…

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Ingredientes

  • 500 g fettuccine
  • 45 g manteiga sem sal (cerca de 3 C.)
  • 2 dentes de alho, picados
  • 3o g farinha sem fermento (cerca de 2 C.)
  • 500 ml leite
  • 80 g queijo parmesão ralado
  • 125 ml puré de abóbora
  • 1/2 c. noz-de-moscada moída
  • 1/2 c. sal
  • Sementes de abóbora tostadas e queijo parmesão q.b.

Preparação

  1. Coza a massa em água salgada, de acordo com as instruções da embalagem;
  2. Num tacho aqueça a manteiga até derreter;
  3. Em lume baixo, junte o alho picado e deixe refogar durante 30 segundos, sempre a mexer com uma colher de pau para que não queime;
  4. Adicione a farinha e continue a mexer durante cerca de 30 segundos, para que ganhe sabor e cozinhe ligeiramente;
  5. Com um auxílio de um batedor de varas, junte o leite à mistura, criando um bechamel. Continue a bater o creme até que fique espesso e comece a borbulhar;
  6. Adicione o queijo, o puré de abóbora e os temperos, misturando até que o creme fique homogéneo;
  7. Junte a massa acabada de cozer e misture bem para que o creme fique bem incorporado;
  8. Decore com sementes de abóbora tostadas e queijo parmesão a gosto.

NOTA: É importante que a massa coza ao mesmo tempo que se prepara o molho, para que a massa esteja acabada de cozer e não se cole a si mesma.

Massa fresca

Chá das Cinco: Receita de massa fresca

Quando cheguei a Itália, para fazer Erasmus, tudo o que eu sabia cozinhar era “massa com coisas”. Todos os estudantes estão familiarizados com isto; é só cozer a massa, juntar coisas, idealmente em lata, e já está. Por isso, quando me foi proposto desenvolver um projecto que fosse “um sonho” mas que não envolvesse computadores decidi que queria aprender a cozinhar comida italiana a sério.

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Os meus colegas foram logo muito prestáveis – trouxeram-me livros de culinária das avós, partilharam as receitas e dicas preferidas e, a Francesca apresentou-me o pai, que era apaixonado pela cozinha e que me ensinou tudo o que sabia. Para a apresentação do meu projecto, porque não me podia esquecer de que era um projecto de faculdade e tinha de ter uma apresentação, fiz um livro de culinária italiano, escrito à mão, e apresentei ao professor uma refeição completa de pratos italianos acompanhados pelo vinho certo.

Chá das Cinco: Receita de massa fresca

Entre tantos pratos e experiências, o meu primo piatto acabou por ser um raviollo de espinafres e ricotta com manteiga de salva. Para isso tive de fazer a massa à mão, várias vezes, estica-la com uma garrafa de vinho vazia e corta-la com um copo de vidro, porque na minha casa de estudante Erasmus não havia nem rolo da massa nem quaisquer cortadores.

Massa fresca

  • Servings: 4 pessoas
  • Tempo: 30 min
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Ingredientes

  • 400 g farinha sem fermento
  • 4 ovos M
  • 1 pitada de sal

Preparação

  1. Num robot de cozinha (ou na Bimby) colocar todos os ingredientes e triturar até formar uma bola;
  2. Retirar a massa para uma superfície enfarinhada e trabalha-la com as mãos durante cerca de 10 min, segurando a massa com a mão esquerda e esticando-a com a direita, para depois dobrar a parte esticada sobre si mesma e repetir o processo. No final a massa deve estar brilhante e lisa;
  3. Envolver em película aderente e deixar repousar 15 minutos;
  4. Cortar a massa em 8 pedaços e estica-los, utilizando uma máquina própria ou um rolo da massa. Na máquina a massa deve ser sempre esticada primeiro na posição mais aberta, duas ou três vezes, e depois ir reduzindo a abertura a cada passagem. Após esticada, corte-a o no formato desejado;
  5. Cozer a massa em bastante água salgada, a ferver, durante 3 minutos ou até que flutue. Escorra-a imediatamente e, caso ainda não tenha o molho pronto ou não a vá servir de seguida, regue-a com um fio de azeite para que se mantenha separada.

Notas
1. A água para cozer a massa deve estar sempre a ferver, ou seja, a formar grandes bolhas, para que a massa não se cole a si mesma.
2. Caso utilize esta massa para lasagna, não é necessária cozedura prévia.

‘Burgers vegetarianos de abóbora para o Halloween

Chá das Cinco: Receita de pão de hambúrguer, burger de abóbora e maionese vegan de abacate

Quando tomei consciência do que realmente estava nos produtos fast-food, já lá vão uns anos, deixei de beber refrigerantes e de ir ao McDonalds, até porque, para que não come carne e evita o peixe, como eu, as opções no McDonalds (e concorrência) são poucas ou nenhumas. Mas isso não invalida que os anúncios que espalham pela cidade com fotografias profissionais de hambúrgueres, que claramente não são o que nos servem, não me influencie.

Na esquina da minha rua há um muppie pelo qual passo todos os dias e que, na maior parte do tempo, tem um anuncio ao último hambúrguer, edição especial, limitadíssimo da McDonalds. E lá me dá a vontade de comer um hambúrguer…

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A verdade é que comprar o pão do supermercado, cheio de aditivos que não reconheço, não é uma escolha muito melhor ao fast-food e, por isso, numa das vezes que me deu vontade de comer hambúrgueres já muito perto da hora de jantar, decidi descobrir como fazer um pão de hambúrguer realmente bom em casa

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Este ano o brunch de Halloween foi em casa da Né, que também faz um esforço para fazer uma alimentação com menos carne, e daí aos burgers de abóbora com maionese de abacate, foi um saltinho. Em tamanho de slidder, estes hambúrgueres eram o “prato principal” ideal para a terrorifica mesa que a Né nos preparou.

Burguers de abóbora com maionese de abacate em pão de hambúrguer caseiro

  • Servings: 12 hambúrgueres
  • Tempo: 20 min preparação + 15 repouso + 15 cozedura
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Ingredientes

Pão de hambúrguer

  • 1 saqueta fermento de padeiro em pó (prefiro Fermipan)
  • 280 ml água morna (37ºC)
  • 50 g açúcar
  • 80 ml óleo de girassol ou amendoim
  • 1 ovo
  • 770 g farinha sem fermento
  • 2 c. sal fino
  • 1 gema + 2 C. leite (para pincelar)*
  • sementes de sésamo ou chia

*Para o caso de querer fazer pão preto, junte também cerca de 1 c. corante em gel e pincele os topos do pão apenas com leite.

Burger de abóbora

  • 180 g aveia
  • 180 g feijão branco, cozido e escorrido
  • 250 ml puré de abóbora
  • 2 dentes de alho, descascados
  • 1 ovo
  • Sal, paprika/colorau, piri-piri e pimenta cayena, a gosto

Maionese vegan de abacate

  • 1/2 abacate maduro
  • 2 C. vinagre de cidra ou limão
  • 2 c. alho em pó
  • 30 ml azeite
  • sal, pimenta cayena e piri-piri, a gosto

Para a montagem

  • Queijo creme, q.b.
  • Alface, q.b.

Preparação

Pão de hambúrguer

  1. Pré-aqueça o forno a 215ºC;
  2. Na taça de uma batedeira ou numa taça grande polvilhe a levedura de padeiro sobre a água morna e deixe que este se dissolva sozinho, cerca de 5 minutos. Depois misture completamente;
  3. Com uma batedeira de arames misture o açúcar e o óleo até homogéneo;
  4. Junte a farinha, o ovo e o sal (caso use, junte também o corante) e misture, com o gancho de amassar ou com uma colher de pau, até que se forme uma bola;
  5. Se a massa não formar uma bola ou estiver demasiado pegajosa ao toque, adicione um pouco mais de farinha e volte a misturar; caso esteja demasiado seca, acrescente um pouco mais de leite morno. A massa deve ficar macia e elástica, mas não líquida;
  6. Forme uma bola com a massa na mesa de trabalho com a massa e divida-a em 12 bolinhas (ou em 8, para hambúrgueres maiores);
  7. Transfira para um tabuleiro forrado com papel vegetal, cubra com um pano de cozinha e deixe levedar durante cerca de 10 minutos;
  8. Bata a gema de ovo com o leite e pincele os pãezinhos com a mistura, polvilhe-os com as sementes e leve ao forno pré-aquecido durante 10 a 15 minutos ou até estarem dourados e um palito inserido no centro sair limpo.

Burgers de abóbora

  1. Pré-aqueça o forno a 180ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal;
  2. Num robot de cozinha (ou na Bimby) coloque a aveia e triture-a até formar farinha;
  3. Junte os restantes ingredientes e volte a triturar, até obter uma pasta consistente. Caso a pasta esteja demasiado líquida pode acrescentar mais aveia ou farinha;
  4. Forme 12 bugers com a pasta de abóbora e coloque-os no tabuleiro. Deixe-os repousar cerca de 10 minutos no congelador para que ganhem consistência;
  5. Leve-os ao forno pré-aquecido durante cerca de 10 minutos.

Maionese vegan de abacate

  1. Num robot de cozinha (ou na Bimby) coloque o abacate, o vinagre e os temperos e triture até obter uma pasta lisa. Poderá ter de desligar a máquina e fazer descer os pedaços que se foram agarrando às paredes do copo entretanto para obter um resultado mais homogéneo;
  2. Junte, em fio, o azeite e continue a bater durante um minuto até obter um creme com a consistência da maionese.

Montagem

  1. Abra os pães, arrefecidos, ao meio e barre o interior da parte de baixo com uma dose generosa de queijo creme;
  2. Coloque sobre este a alface, o burguer de abóbora e, depois, a maionese de abacate;
  3. Tape-o com a parte superior do pão e coloque um palito no centro para que mantenha a forma;
  4. Sirva morno.

Caril de ervilhas e espinafres

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Costumo dizer que sou do mundo. Há uns tempos uns estrangeiros que estavam a ficar em nossa casa começaram a reparar que num dia eu fazia ramen, no outro uma pasta, depois chilli… afinal não cozinho comida portuguesa? Parece que não; afinal, este caril é um dos partos mais frequentes na minha mesa.

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Quando vi o desafio da Marta lembrei-me logo desta receita deliciosa que o Kam me ensinou, há quase um ano, em troca de um mini-workshop de culinária portuguesa – foi, provavelmente, essa a última vez que cozinhei comida realmente portuguesa.

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Como deixo sempre tudo para a última, principalmente com todos os preparativos para o brunch, esta receita foi feita para o jantar, já quase sem luz, e ficou guardada no cartão da minha câmera durante mais de uma semana.

Este prato deve ser acompanhado por arroz branco, de preferência basmati, iogurte e/ou pão naan. E os indianos recomendam que se coma com as mãos.

Caril de ervilhas e espinafres

  • Servings: 4 doses
  • Tempo: 30 minutos
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Ingredientes

  • 30 +15 ml azeite
  • 30 g margarina
  • 1 cebola, picada
  • 1 malagueta, picada
  • 1 C. sementes de cominho
  • 1 C. gengibre em pó
  • 1 c. Garam Masala
  • 1/2 c. açafrão
  • 1 bloco de tofu (250 g), espremido e cortado em cubos
  • 4 dentes de alho, picados
  • 100 g espinafres frescos
  • 3 c. sal
  • 100 g ervilhas congeladas

Preparação

  1. Num tacho largo aqueça 30 ml de azeite e a manteiga;
  2. Reduza o lume para o mínimo, junte a cebola e deixe alourar;
  3. Quando a cebola estiver translucida, acrescente a malagueta, as sementes de cominho, o gengibre em pó, o garam masala e o açafrão. Misture e deixe refogar 2 minutos para que desenvolva o sabor;
  4. Junte ao preparado o tofu escorrido, o alho, os restantes 15 ml de azeite e o sal;
  5. Deixe cozinhar cerca de 10 minutos, em lume baixo;
  6. Acrescente as ervilhas e cozinhe tudo durante 5 minutos. Depois tape e deixe repousar, com o lume desligado, durante mais 10 minutos antes de servir.

1 dose: 204 calorias, 16 g gordura, 10 g hidratos de carbono, 8 g proteina 

Desculpa Marta, só me junto ao teu desafio no último dia do mês, mas espero que esta receita de caril sem leite de côco, vegan e sem glúten compense!

Geleia de malagueta

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Se há uns anos me tivessem perguntado se era gostava de picante, eu teria dito que não. Não compreendia como é que as pessoas podiam gostar de picante – para mim acabava a saber tudo ao mesmo. Mas o nosso paladar evolui; eu fui-me habituando e, hoje em dia, gosto de meter um bocadinho de piri-piri em muitas das coisas que cozinho.

Chá das Cinco: Receita de geleia de malagueta

No Natal abrimos uma geleia de pimento que o meu pai tinha trazido do Brasil e, numa só noite, foi a geleia toda. Mas, antes de voltar ao Porto, ainda consegui roubar uma colherinha da geleia, que trouxe num frasquinho pequenino, para poder partilhar.

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Os Lacticínios das Marinhas ofereceram-me um queijo curado amanteigado que estava mesmo a pedir a geleia picante, mas aquela coleirinha já tinha acabado. A minha versão, ideal para acompanhar queijos, é agri-doce mas bastante picante, o que combina perfeitamente com queijos suaves como o queijo Marinhas Mini dos Lacticínios das Marinhas.

Geleia de malagueta

  • Servings: 1 litro
  • Tempo: 30 minutos
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Ingredientes

  • 5/6 pimentos vermelhos grandes (cerca de 900 g), cortados em cubos
  • 5 g piri piri em grão, picado
  • 800 g açúcar
  • 250 ml vinagre de cidra
  • 1 c. sal
  • 3 C. pectina

Preparação

  1. Num tacho grande, junte todos os ingredientes, excepto a pectina;
  2. Leve ao lume, mexendo frequentemente, até que todo o açúcar derreta;
  3. Após levantar fervura, deixe que a mistura ferva durante 10 minutos;
  4. Retire do lume e, com uma varinha mágica ou num robot de cozinha, triture a geleia até ter a consistência desejada;
  5. Junte a pectina e coloque novamente ao lume para que ferva durante 3 minutos;
  6. Para armazenar, transfira, ainda quente, para frascos de vidro esterilizados e vire-os sobre  a tampa, bem fechada, para que se crie vácuo. Após abertos, os frascos deverão ser guardados no frigorífico.

1 colher de geleia: 48 calorias, 0 g gordura, 13 g hidratos de carbono, 0 g proteina

Já conheciam os queijos dos Lacticínios das Marinhas, em Esposende?